A ficção cética

Copertina anteriore
Annablume, 2004 - 272 pagine
'Dubito ergo sum, vel quod item est, cogito ergo sum', disse René Descartes, mostrando que pensar é a mesma coisa que duvidar. O ensaio 'A ficção cética' parte dessa sentença para discutir a presença do ceticismo na literatura, entendendo-o constitutivo e essencial. Cabe à ficção proteger a dúvida, levantando a suspeita sobre a realidade ao mesmo tempo em que, paradoxalmente, intensifica a vida. É dessa proteção que trata o livro de Gustavo Bernardo, relacionando, por exemplo, Philip K. Dick a Carl Sagan, Shakespeare a Michel de Montaigne e Sófocles a Pirro. Tais diálogos o convencem da necessidade antropológica da ficção e da necessidade moral do ceticismo.
 

Cosa dicono le persone - Scrivi una recensione

Nessuna recensione trovata nei soliti posti.

Sommario

ESPELHO
11
CÉTICOS E DOGMÁTICOS
27
PARADOXO E IRONIA
63
CIÊNCIA EDISTOPIA
101
DUBITO ERGO SUM
137
SER E NÃO SER
177
MARAVILHA E HAMARTÍA
195
ESTÓICOS E CÉTICOS
215
LUTO
253
ESTANTE
259
Copyright

Parole e frasi comuni

Informazioni bibliografiche